14 dezembro 2009

Férias


Estou assim, cansada, tem dias que a gente só quer ficar deitada na cama por horas, pensando na vida ou lendo um livro e não pensa em hipótese alguma em ir trabalhar, comer, beber, ir ao banheiro... rs.
Quero férias!

O Mundo

Final de semana fiquei com essa música na cabeça:


O Mundo

Paulinho Moska

Composição: André Albujanra

O mundo é pequeno pra caramba
Tem alemão, italiano, italiana
O mundo filé milanesa
Tem coreano, japonês, japonesa

O mundo é uma salada russa
Tem nego da Pérsia, tem nego da Prussia
O mundo é uma esfiha de carne
Tem nego do Zâmbia, tem nego do Zaire

O mundo é azul lá de cima
O mundo é vermelho na China
O mundo tá muito gripado
O açúcar é doce, o sal é salgado

O mundo caquinho de vidro
Tá cego do olho, tá surdo do ouvido
O mundo tá muito doente
O homem que mata, o homem que mente

Porque você me trata mal
Se eu te trato bem
Porque você me faz o mal
Se eu só te faço o bem

Todos somos filhos de Deus

Só não falamos as mesmas línguas
Everyboby is filhos de God
Só não falamos as mesmas línguas
Everybody is filhos de Gandhi
Só não falamos as mesmas línguas

clique na foto para ver melhor.

Crise

Eu amo meu pai, tenho certeza, mas tem coisas que odeio nele.
Ele é um homem com manias e nem todos estão sujeitos a aceitá-las, portanto, não consigo aceitar.
Todos me dizem: "Seu pai já é um idoso, tem que compreendê-lo, perdeu a esposa, tente não irritá-lo."
As pessoas que dizem isso não convivem com meu pai, certamente. Pois seriam os primeiro a se irritar.
Lógico que eu entendo isso tudo, deixo às vezes ele sem resposta para não entrar em atrito, balanço a cabeça com a resposta que ele quer, respeitando-o, mas não é sempre assim, ele também por ser idoso sabe que nós, mais novos, também merecemos respeito e não é porque ele é idoso que pode ser irracional, concordam?
Temos que respeitar o espaço dos outros.
Se ele tem uma mania, eu também o tenho e ele terá que respeitá-lo, só não quero me tornar uma vítima de um ditador. Se eu achar que aquilo está me incomodando eu irei falar ou mudar do meu jeito. E é isso que irei fazer. Meu pai só não é ditador porque eu e minha irmã o controlamos um pouco, mas, se abaixarmos a cabeça para tudo que ele quer fazer, estamos perdidísssimas.

11 agosto 2009

Qual seria o seu perfil como participante de um reality show?


Imagine-se trancado em uma casa, com pessoas de diferentes gostos e personalidades.
Como seria o meu relacionamento com desconhecidos e minhas reações diante de um jogo como esse?
O resultado deu esse:

Estratégico e jogador.
O seu perfil seria o de analisar os componentes da casa e avaliar quem é a pessoa mais forte e a mais fraca, para poder fazer a sua estratégia e ganhar o jogo. Neutro, esse tipo de jogador não perde o foco e não ataca os integrantes do grupo, para não criar confusões e complicar seus planos. É como se estivesse num jogo de xadrez: fica quieto e espera o próximo passo do outro jogador para poder atacar. Apesar disso, é bastante sociável, gosta de ouvir os outros e tenta estar sempre de bem com todos. Geralmente age com a razão e é bastante analítico.

27 julho 2009

Importante


22 julho 2009

Não basta só apagar o fogo

Foto da frente de combate ao incêndio que devastou a Austrália.

"Quem não entende um olhar,
muito menos entenderá uma longa explicação.."
(Provérbio Árabe)
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21 julho 2009

Adoção, o lado mau.

Achei essse texto interessate e resolvi compartilhar com vocês.
Como diz no texto e é explicado como hipócrita "Adotar é um ato de amor", pra mim é:
"Adotar, criar e saber amar é sim, um ato de amor".


Luiz, de 12 anos, chegou a uma das Varas da Infância de São Paulo apenas com uma mochila nas costas. Nenhum brinquedo, nenhum livro, nenhum CD. Além de trazer poucos pertences, o menino parecia triste. Bem triste. Estava ali para ser devolvido. Depois de cinco anos em uma família, a mãe que o adotou não o quis mais. “Foi devolvido como se fosse um saco de batatas”, disse a psicóloga da Vara da Infância, Mônica Barros Rezende, que acompanhou o caso. A alegação da mãe adotiva foi que ele não obedecia mais. “Não aguento mais. Ele desobedece, falta na escola”, teria dito ela. A intervenção do Conselho Tutelar não adiantou. O Judiciário propôs uma terapia familiar, mas a mãe não compareceu. O que fazer? Luiz voltou ao abrigo para viver a experiência de abandono. O segundo. Na família em que nasceu, o pai o espancava com um pau e foi preso por tráfico de drogas. A mãe, que também apanhava do marido, não lhe dava comida nem banho. Luiz foi parar em uma instituição aos 2 anos, depois de ser encontrado pela polícia sozinho, aos prantos, com fome e sujo. Como ele tinha uma avó, o Conselho Tutelar deu-lhe a tarefa de criá-lo, mas ela não conseguiu. Ao voltar ao abrigo, Luiz estava com hematomas e um braço quebrado. Ficou ali até ser adotado, aos 7 anos. O Judiciário avisou que o menino tinha problemas de anemia, raquitismo e arritmia do coração, e a mãe adotiva o levou ao médico inúmeras vezes. Tudo parecia bem. Mas, quando ele entrou na adolescência, a mãe adotiva teve dois netos e, segundo os técnicos que acompanharam o caso, ela passou a cuidar mais deles que de Luiz. “O meu primo nasceu, e minha mãe só cuida deles”, teria dito o menino.

Luiz, como os demais personagens desta reportagem, recebeu um nome fictício, mas sua história é dolorosamente real. Há muitos casos de adoção que terminam dessa forma, naquilo que os especialistas chamam de segundo abandono. Não deveria acontecer, mas acontece. Existe uma brecha na lei quando a situação é irreversível ou acontece antes de a adoção ser formalizada. Traumática, assustadora, a devolução é o caso extremo de um fenômeno pouco discutido: o lado B da adoção – os problemas inesperados, os conflitos. Por ser um tema muito delicado, fala-se pouco sobre os problemas que enfrentam as famílias adotivas. As angústias e dificuldades existem, são palpáveis e se forem amplamente discutidas podem evitar situações desastrosas para a família que adota e, principalmente, para a criança, que já sofreu um primeiro abandono, o da família biológica. “Aquele discurso de que adoção é um ato de amor é, no mínimo, ultrapassado. A adoção demanda um estudo da situação, um preparo muito especial para aquilo que as pessoas estão se dispondo a realizar”, afirma o juiz Reinaldo Cintra Torres de Carvalho, da Vara da Infância da Lapa, em São Paulo. A maior parte das adoções tem um final feliz, mas, para que o sonho não se torne um pesadelo, quem adota precisa conhecer melhor esse universo. “O sentimento pela criança adotada pode ser o mesmo de um filho biológico, mas a situação não é a mesma”, diz a psicanalista paulista Maria Luiza Assis Ghirardi, que estuda o assunto há 15 anos e publicou no ano passado, na Universidade de São Paulo, a tese Devolução de crianças e adolescentes adotivos sob a ótica psicanalítica: reedição de histórias de abandono. “O fato de uma criança ser adotiva traz especificidades. O fato de alguém não poder gerar um filho também tem suas especificidades que precisam ser aceitas.”
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13 julho 2009

O meu Eu


Você vive num mundo concreto e gentil. Você é uma pessoa verdadeiramente calorosa e bondosa, e que acredita no lado bom das pessoas. Valorizando harmonia e a cooperação entre as pessoas, você é provavelmente extremamente sensível aos sentimentos delas. Você é de muito valor para as pessoas porque você tem uma consideração e uma preocupação muito grande com elas, além de uma capacidade de trazer à tona o melhor que elas tem a oferecer como pessoas, devido ao seu forte desejo de acreditar sempre nas melhores partes delas.
Você tem um rico mundo interior que geralmente não fica óbvio para quem não te conhece de verdade. Você constantemente absorve informações sobre pessoas e situações que tenham uma importância pessoal para você, e as armazena. Esta tremenda compilação de informações é, na maioria das vezes, assustadoramente precisa, já que você tem uma memória excepcional para coisas que são importantes para você. Não seria exagero você conseguir lembrar de uma certa expressão facial, ou de ricos detalhes de uma conversa acontecida há anos atrás, se essa situação realmente te marcou.
Você tem uma idéia muito clara da maneira que as coisas deveriam ser, e se esforça para atingi-la. Você dá valor à segurança e à gentileza, e respeita as tradições e as leis. Você tende a acreditar que os sistemas vigentes existem porque simplesmente eles funcionam. Portanto, é provável que você não aceite maneiras novas de fazer as coisas a não ser que te demonstrem de um jeito concreto o porquê dessas maneiras serem melhores do que as convencionais.
Você aprende muito melhor fazendo do que lendo num livro e depois aplicando a teoria. Por essa razão não é muito provável que você se encontre em áreas que necessitam de análises através teorias ou de conceitos abstratos. Pra você, o que mais vale é a aplicação prática. Métodos tradicionais usados no ensino superior requerem muita teoria e abstração, e tendem a ser um fardo para você, pois você prefere muito mais aprender uma tarefa com alguém te mostrando qual a sua aplicação prática. Assim que você aprende essa tarefa e compreende sua importância prática, você a cumpre fielmente e incansavelmente. Você é extremamente confiável: as pessoas podem depender de você quando você se compromete.
Você tem uma noção de espaço, função, e de aparência estética muito bem desenvolvida. Por isso, é provável que você tenha uma casa muito bem decorada e funcional. Na verdade, você seria um ótimo decorador de interiores. Esta sua habilidade especial, combinada à sua sensibilidade aos sentimentos e aos desejos dos outros, faz com que você seja uma ótima pessoa para escolher presentes, sabendo encontrar o presente certo que realmente será apreciado por quem o receber.
Mais do que a maioria das outras pessoas, você é extremamente ciente dos seus próprios sentimentos internos, assim como os das outras pessoas. Porém, você normalmente não expressa os seus sentimentos, guardando-os dentro de si. Se esses forem sentimentos negativos, eles poderão crescer dentro de você até que virem julgamentos contra as pessoas (e a essa altura são geralmente julgamentos duros e difíceis de ser desfeitos). Com o tempo você aprenderá a se expressar, encontrando caminhos para extravasar suas fortes emoções.
Da mesma maneira que não é provável que você expresse seus sentimentos, você também não dirá às pessoas que sabe como elas se sentem. No entanto, você se expressa quando sente que outro indivíduo realmente precisa de ajuda, e nessas situações você pode realmente ajudar essas pessoas a compreender o que sentem.
Você tem um senso muito forte de responsabilidade e de dever. Você assume suas responsabilidades com muita seriedade, e as pessoas podem contar contigo: você irá com elas até o fim. Por essa razão, as pessoas tendem a confiar vem você. O único problema é que você tem dificuldade de dizer “não” quando as pessoas pedem que você faça algo, e pode acabar se sobrecarregado dessa forma. Nesses casos, você precisa aprender a identificar, valorizar, e expressar suas próprias vontades e necessidades. Claro, isso se você não quiser mais ficar se sobrecarregando e não se sentir valorizado pelo que você faz pelas pessoas.
Você precisa que as pessoas falem bem de você. Na falta destes elogios, ou frente a críticas, você se desanima e pode até ficar deprimido. Quando você está um triste ou em situações de muito estresse, você começa a pensar em todas as coisas que poderiam dar errado na sua vida. Dessa maneira você se sentirá fortemente inadequada nesse com o mundo, se convencendo de que “tudo só dá errado”, ou “eu não faço nada direito”.Finalizando, você é uma pessoa calorosa, generosa, responsável, e em que as pessoas podem confiar. Você tem muitos dons especiais a oferecer ao mundo, como sua sensibilidade para com os outros, e sua forte capacidade de manter as coisas funcionando corretamente. Você precisa se lembrar de não ser crítico demais consigo mesmo, e de se dar um pouco do calor e do amor que você oferece livremente às outras pessoas.


Inacreditável como isso tudo aí está certo.


Tirado do site: Teste de Personalidade

26 junho 2009

Michael Jackson

Ele foi o Cara!

Vai com Deus, Michael!